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	<title>Guia de Mato Grosso &#187; Cultura</title>
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	<description>Cultura, Culinária, História, Serviços, Vídeos e muito mais!</description>
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		<title>Dicionário Cuiabano</title>
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		<pubDate>Sun, 12 Apr 2009 02:42:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jeferson</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Cuiabá]]></category>
		<category><![CDATA[Dicionário]]></category>

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		<description><![CDATA[O aspecto mais marcante da cuiabania é sem dúvida o cuiabanês, nosso quase dialeto. Demás de bom na verdade é o som, mas vamos nos contentar aqui em reproduzir algumas expressões, pinçadas do Dicionário Cuiabanês, de William Gomes. Abana mão &#8211; Ato de saudar , cumprimentar. Ex: “Político em época de eleição abana mão toda [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O aspecto mais marcante da cuiabania é sem dúvida o cuiabanês, nosso quase  dialeto. Demás de bom na verdade é o som, mas vamos nos contentar aqui em  reproduzir algumas expressões, pinçadas do Dicionário Cuiabanês, de <strong><em>William  Gomes.</em></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Abana mão</strong> &#8211; Ato de saudar , cumprimentar. Ex: <em>“Político  em época de eleição abana mão toda hora”.</em></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Ah! Um</strong> &#8211; Expressão que indica indignação, concordância ou  não. É aplicada dependendo da situação, a entonação da voz muda.<span id="more-639"></span> Ex: <em>“Ah!  Um. Pára cô isso”.</em></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Aguacero</strong> – Bastante água, poças de água. Ex: <em>“Não deu  prá ir lá, tava o maior aguacero na estrada”.</em></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Apanhô prá bestera</strong> – Apanhou muito. Ex: <em>“Ela apanhô prá  bestera do marido”.</em></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Arroz-de-festa</strong> &#8211; Denominação de quem não perde nenhuma festa  . Está sempre em festa. Ex: <em>“Arroz de festa é quem não sai da festa”.</em></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Atarracado(a)</strong> – Abraçado, juntos. Ex: <em>“Os dois tão  atarracado ali no escuro”.</em></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Até na orêia</strong> – Repleto, cheio, demais. Ex: <em>“Zé Bico  comeu tanto peixe, que tá até na orêia”.</em></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Bejô, bejô, quem não bejô, não beja mais</strong> – Acabou, terminou.  Ex: <em>“Acabou o baile, bejô, bejô, quem não bejô, não beja mais&#8217;”.</em></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Berrano</strong> – Gritando. Ex: <em>“Tomô um murro e saiu  berrano”.</em></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Bocó de fivela</strong> – Pessoa boba, burra, ignorante. Ex: “<em>Por  mais que ocê explica, ela não entende, é uma bocó de fivela”.</em></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Bom demás</strong> – Muito bom. Ex: <em>“Lá tá bom demás”.</em></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Bonito prô cê</strong> – Expressão que indica quando a atitude  tomada, não foi boa. Ex: <em>“Chegô em casa bêbado, bonito prô cê”.</em></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Catcho</strong> – Namoro, paquera, amante. Ex: <em>“Aquele cara tá de  catcho cô Maria”.</em></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Canháem</strong> – Latido de cachorro. Expressão usada para  discordar. <em>“Você namora Maria Taquara? Canháem”.</em></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Caínha</strong> &#8211; Quem não dá nada prá ninguém. Sempre nega. Ex:  <em>“Deixa de ser caínha, dá um pedaço de paõ”.</em></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Catchorro</strong> – Expressão de espanto de negação. Ex: <em>“Ele  ficô atrás docê. Catchorro! Aqui não, sou muito home”.</em></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Cêpo</strong> – Bom, ótimo. Ex: <em>“O atlético Mato-Grossense era um  cêpo de time”.</em></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Coloiado(a)</strong> – Junto, próximo em grupo. Ex: <em>“Saldanha  Derzi tá coloiado cô Garcia Neto”.</em></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Cordero(a)</strong> – Denominação de quem gosta de dar corda nas  pessoas. Ex: <em>“Não vai no papo dele, ele é cordero”.</em></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Coxá</strong> – Relação sexual. Ex: <em>“Os dois foram coxá”.</em></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Constipação</strong> – Gripe. Ex: <em>“Dona Mica pegô  constipação”.</em></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Chá por Deus</strong> &#8211; Expressão de espanto, admiração, dúvida. Ex:  <em>“Chá por Deus, esse caminhão, não sobe a serra de São Vicente”.</em></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Rebuça e Chuça</strong> – Baile. Ex: <em>“Na guarita vai tê hoje  rebuça e chuça”.</em></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>De jápa</strong> – Grátis, o que vem a mais. Ex: <em>“Quando se  compra uma dúzia de bananas, e recebe treze unidades. “Esse adicional é a  jápa”.</em></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Demás</strong> – Expressão usada para discordar. Ex: <em>“Cuidado. O  guarda vai dá nocê.Vai, demás”.</em></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Digoreste</strong> – Ótimo, bom, exímio. Ex: <em>“O guri é digoreste  pá pega manga”.</em></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Ê ah!</strong> &#8211; Indagação. Ex: <em>“Ele vem mesmo aqui? Ê ah!”.</em></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Espia lá</strong> – Olha lá, veja. Ex: <em>“Espia lá capim já  vem”.</em></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Espinhela caída</strong> – Dor, problema na coluna vertebral .Ex:  <em>“Foi benzê da espinhela caída”.</em></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Futxicaiada</strong> – Muito fuxico. Excesso Excesso de mixirico. Ex:  <em>“O ambiente ali não tá bom, é só futxicaiada”.</em></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Festá</strong> – Festar, participar de festa. Ex: <em>“Tchô Nego da  Cruz foi festá”.</em></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Foló</strong> – Folgado, largo. Ex: <em>“Maciel usa calça foló”.</em></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Garrô</strong> – Pegou, começou, realizou. Ex: “<em>Ele garrô cedo no  trabaio”.</em></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Grocotchó</strong> – Pessoa mole, doente, desanimado. Ex: <em>“Tchico  tá grocotchó”.</em></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Jacá</strong> – Cesto de palha ou taquara para guardar peixe na beira  do rio e manter vivo. Ex: <em>“Era só pegá o peixe, colocava no jacá, depois  tinha sempre fresco”.</em></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Jururú</strong> – Triste, quieto. Ex: <em>“Padre Luiz Ghisoni tá  jururú na porta da igreja de Várzea Grande”.</em></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Leva-e-tráz</strong> &#8211; fofoqueiro. Ex: <em>“Kitú é um grande  leva-e-tráz”.</em></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Levo os córno</strong> – complicou tudo. Ex: <em>“Agora sim, levo os  córno, o dinheiro acabou”.</em></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Lonjura</strong> – Longe, muito distante. Ex: <em>“Nessa lonjura não  dá pá ir a pé”.</em></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Malemá</strong> – Mais ou menos. Ex: <em>“E aí cumpadre como vai? Vou  aqui malemá”.</em></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Mujica</strong> &#8211; Prato da região, feito de peixe, liso, muqueca. Ex:  <em>“Peixada, sem mujica de pintado, não tem graça”.</em></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Mea orêa</strong> – Minha orelha. Expressão usada para indicar quem  está sem lado, sem falar o nome da pessoa. Ex: <em>“Mea orêa aqui, tá pá morre  de fome”.</em></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Micaje</strong> – Ato de fazer imitação de alguém, fazer caretas. Ex:  <em>“Ela faz micaje de todo mundo que passa por aqui”.</em></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Moage</strong> &#8211; Frescura. Ex: <em>“Você não quer ir com a gente?  Larga de moage!”.</em></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Na xinxa</strong> – Levar uma ação com seriedade. Ex: <em>“Professora  leva a turma na xinxa”.</em></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Não tá nem aí pá paçoca</strong> – Não liga para nada. Não quer saber  das conseqüências. Ex: <em>“Tchá Bina, não tá nem aí pá paçoca”.</em></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Nariz furado</strong> – Veio na vontade, veio na certeza. Ex:  <em>“Chegou de nariz furado, certo que iria ganhar na conversa”.</em></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Negatófi</strong> – Não, nunca. Ex: <em>“Negatófi, hoje não tem  televisão”.</em></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>O quá</strong> – Duvidar, não acreditar. <em>“Ele vem aqui? O  quá!”.</em></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Oreia</strong> – Pessoa burra. Ex: <em>“Não adianta explicar, ela é  oreia”.</em></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Pá terra</strong> &#8211; cair. Ex: <em>“Ele vinha correndo, e pá  terra!”.</em></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Prá besteira</strong> – Bastante, muito, em excesso. Ex: “<em>No  saladero tem pacú prá besteira”.</em></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Pranchei de banda</strong> – Sai, escapei, tô fora. Ex: <em>“Pranchei  de banda, não vou na rua da Lama no Porto”.</em></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Podre de chique</strong> – Bonito, elegante, bem vestido. Ex:  <em>“Jejé tá podre de chique”.</em></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Pongó</strong> – Bobo, tolo, idiota. Ex: <em>“Gente Pongó não  serve”.</em></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Por essa luz que me lomea</strong> – Pra dizer que está falando  sério, que não está mentindo. Ex: “<em>Por essa luz que me lomea, eu vi uma  assombração no Terceiro de Dentro”.</em></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Quinco</strong> – Denominação carinhosa de Joaquim. Ex: <em>“Quinco  Lobo era vereador em Cuiabá”.</em></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Que, que esse?</strong> – O que é isso. Ex: <em>“Que, que esse? Como  você apareceu aqui?”.</em></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Quá!</strong> – Expressão de espanto, indignação. Ex: <em>“Quá! Pode  esquecer ele não volta mais”.</em></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Quebra-torto</strong> – Comer no desjejum comida reforçada como carne  com arroz farofa, etc&#8230; Ex: <em>“No sítio de manhã, sem quebra-torto é  impossível”.</em></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Quarta-feira</strong> – Pessoa boba, idiota. Ex: “<em>O rapaz é  quarta-feira”.</em></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Rapelô</strong> – Levou tudo, ganhou tudo. Ex: <em>“O cara rapelô o  dinheiro que ele tinha”.</em></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Rufa</strong> – Bater. Ex: <em>“Se aparecer aqui , o povo rufa  ele”.</em></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Refestelá</strong> – Sorrir, rir. Ex: <em>“Nico Padero é bom prá  refestelá”.</em></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Ribuça</strong> – Cobrir o corpo com lençol ou cobertor. <em>“Tá  esfriando, rebuça menino”.</em></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Rino na chá cara</strong> – Rindo na presença de alguém. Ex: <em>“Ocê  fala, ele fica rino na chá do cara”.</em></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Sartei de banda</strong> – Tô fora, não concordo, não quero mais. Ex:  <em>“Não tô namorando, sartei de banda”.</em></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Sucedeu</strong> – Aconteceu. Ex: <em>“Quando sucedeu isso?”.</em></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Sujo que tá</strong> – Imagem ruim, conceito ruim. Ex: <em>“Ele sujo  que tá, não pode participar da diretoria”.</em></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Tá de tchico</strong> – Está menstruada. Ex: <em>“Hoje ela não pode  tá de tchico”.</em></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Tá té no chifre</strong> – Embriagado, bêbado. Ex: <em>“Farpelo tá no  Quindú, tá té no chifre”.</em></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Tchá mãe</strong> – Expressão características para xingar alguém .  Ex: <em>“Tchá mãe, rapaz, vá tomá na tampa”.</em></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Toma, corno(a)</strong> – Expressão usada quando alguma coisa não  acontece de forma correta. Ex: <em>“Toma, corno . Marimbondo pegô na cara  dele”.</em></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Verdolengo(a)</strong> – Fruta que está quase madura. Ex: <em>“Ela só  come goiaba verdolenga”.</em></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Verte água</strong> – Urinar. <em>“Vidona foi verte água”.</em></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Vai tomá na peidera</strong> – Vai se lascar. Ex: <em>“Se qué sabe  duma? Vai tomá na peidera”.</em></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Vôte!</strong> – Deus me livre. Expressão de medo e espanto. Ex:  <em>“Vôte! Sai daqui capeta, aplica pra tudo”.</em></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Xispada</strong> – Mandar embora, não deixar alguém num certo local.  Ex: <em>“Não ficou ninguém, deram uma xispada na turma”.</em></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Xô Mano</strong> &#8211; cumprimento a um amigo, pessoa. Ex: <em>“E aí, xô  mano! Tudo jóia?”.</em></p>
<p style="text-align: justify;">Ajude-nos a enriquecer esta lista com o seu <a title="Deixe o seu comentário!" href="#respond" target="_self">comentário</a>. O nosso  Estado Agradeçe!</p>
<p><strong><em><span style="font-size: xx-small;">Imagem: </span></em></strong><a title="Dicionário de ética" href="http://dicionariodeetica.wordpress.com/" target="_blank"><strong><em><span style="font-size: xx-small;">Dicionário de  ética</span></em></strong></a></p>
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		<title>Frango com pequi</title>
		<link>http://guiadematogrosso.com.br/cultura/culinaria/frango-com-pequi</link>
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		<pubDate>Mon, 07 Jul 2008 11:00:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jeferson</dc:creator>
				<category><![CDATA[Culinária]]></category>
		<category><![CDATA[Frango]]></category>
		<category><![CDATA[Pequi]]></category>

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		<description><![CDATA[As cozinhas cuiabanas já recendem o perfume do pequi, que realmente dá charme à culinária e encanta o paladares. Ingredientes: 1 frango 1 Kg de pequi 1 cebola grande picada 2 xícaras (chá) de óleo 2 colheres (chá) de molho de tomate 1 xícara (chá) de água Sal a gosto Preparo: Tempere os pedaços de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">As cozinhas cuiabanas já recendem o perfume do pequi, que realmente dá charme  à culinária e encanta o paladares.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="text-decoration: underline;">Ingredientes:</span></p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>1 frango</li>
<li>1 Kg de pequi</li>
<li>1 cebola grande picada</li>
<li>2 xícaras (chá) de óleo</li>
<li>2 colheres (chá) de molho de tomate</li>
<li>1 xícara (chá) de água</li>
<li>Sal a gosto<span id="more-63"></span></li>
</ul>
<p style="text-align: justify;"><span style="text-decoration: underline;">Preparo:</span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong></strong>Tempere os pedaços de frango com sal e alho. Coloque o óleo em panela grande  e frite o frango até dourar. Retire o frango e reserve. Cozinhe o pequi  separadamente por 10 minutos, escorra. Na mesma panela da fritura (retire o  óleo) refogue a cebola até dourar, acrescente os pedaços de frango e o pequi.  Coloque o molho de tomate e a água. Cozinhe em fogo médio, por 10 a 15 minutos.</p>
<p style="text-align: justify;"><em><strong>Obs.:</strong></em> O pequi não pode ficar muito mole. Mas cuidado. Ao  saborear o fruto, sua polpa macia esconde uma camada de indesejáveis espinhos,  que grudam na língua e no céu da boca, provocando muita dor.</p>
<blockquote style="text-align: justify;"><p><em>O pequi é considerado a &#8220;carne&#8221; do Cerrado. Além das proteínas, poli  glicerídeos e carboidratos necessários ao organismo, contém alto teor de  pró-vitamina &#8220;A&#8221; em sua polpa.</em></p></blockquote>
<p style="text-align: justify;"><em><strong>Via: </strong></em><a href="http://www.sabornamesa.com.br/" target="_blank">Sabor na  Mesa</a></p>
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		<title>Carne seca com banana</title>
		<link>http://guiadematogrosso.com.br/cultura/culinaria/carne-seca-com-banana</link>
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		<pubDate>Sat, 05 Jul 2008 01:16:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jeferson</dc:creator>
				<category><![CDATA[Culinária]]></category>
		<category><![CDATA[Banana]]></category>
		<category><![CDATA[Carne Seca]]></category>
		<category><![CDATA[MT]]></category>

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		<description><![CDATA[Carne seca com banana-da-terra ainda verde é em um dos pratos mais apreciados na capital de Mato Grosso. Um Must!!! Ingredientes: 300g de carne seca cortada em pedaços pequenos e dessalgada 2 dentes de alho amassados 1 cebola pequena picadinha 2 colheres (sopa) de óleo 2 colheres (sopa) molho de tomate 2 bananas da terra [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Carne seca com banana-da-terra ainda verde é em um dos pratos mais apreciados  na capital de Mato Grosso. Um Must!!!</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="text-decoration: underline;">Ingredientes:</span></p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>300g de carne seca cortada em pedaços pequenos e dessalgada</li>
<li>2 dentes de alho amassados</li>
<li>1 cebola pequena picadinha</li>
<li>2 colheres (sopa) de óleo</li>
<li>2 colheres (sopa) molho de tomate</li>
<li>2 bananas da terra (quase verdes)</li>
<li>cebolinha picada<span id="more-60"></span></li>
</ul>
<p style="text-align: justify;"><span style="text-decoration: underline;">Preparo:<img title="Mais..." src="../wp-includes/js/tinymce/plugins/wordpress/img/trans.gif" alt="" /></span></p>
<p style="text-align: justify;">Cozinhe a carne numa panela com água por 20 minutos. Retire, escorra a água e  reserve. Refogue o alho e a cebola no óleo. Assim que dourar, acrescente o molho  de tomate e refogue. Acrescente a carne, tampe a panela e cozinhe por 20 minutos  ou até ficar bem macia.</p>
<p style="text-align: justify;">Durante o cozimento, adicione água quente, o suficiente para cobrir a carne.  Acrescente a banana. Cozinhe até a banana ficar macia, mas sem desmanchar. Se  necessário, adicione mais água quente. Retire, arrume o ensopado numa tigela e  cubra com a cebolinha verde. Sirva acompanhada de arroz branco.</p>
<p style="text-align: justify;">Tempo de preparo: 1 hora 4 porções</p>
<p style="text-align: justify;"><strong><em><span style="font-size: xx-small;">Fonte: </span></em></strong><a title="Sabor na Mesa" href="http://www.sabornamesa.com.br/" target="_blank"><span style="font-size: xx-small;">Sabor na  Mesa</span></a></p>
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		<title>Costelinha com Pequi</title>
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		<pubDate>Wed, 02 Jul 2008 04:06:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jeferson</dc:creator>
				<category><![CDATA[Culinária]]></category>
		<category><![CDATA[Costelinha]]></category>
		<category><![CDATA[MT]]></category>
		<category><![CDATA[Pequi]]></category>

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		<description><![CDATA[Já tem um tempo que não faço postagem sobre nossa Culinária, portanto estou postando uma receita fenomenal, para quem gosta, ai vai umas de nossas tradições. O pequi é muito apreciado na região centro-oeste. O sabor perfumado combina muito bem com costelinha de porco e uma boa cachaça. Ingredientes: 1 kg de costelinha 4 colheres [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Já tem um tempo que não faço postagem sobre nossa Culinária, portanto estou  postando uma receita fenomenal, para quem gosta, ai vai umas de nossas  tradições.</p>
<p style="text-align: justify;">O pequi é muito apreciado na região centro-oeste. O sabor perfumado combina  muito bem com costelinha de porco e uma boa cachaça.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="text-decoration: underline;">Ingredientes:<span id="more-59"></span></span></p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>1 kg de costelinha</li>
<li>4 colheres (chá) de sopa de óleo</li>
<li>Sal e pimenta a gosto</li>
<li>4 dentes de alho</li>
<li>2 tomates picados</li>
<li>1 litro de água</li>
<li>Cheiro verde a gosto</li>
<li>Pequis</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;"><span style="text-decoration: underline;">Preparo:<img title="Mais..." src="../wp-includes/js/tinymce/plugins/wordpress/img/trans.gif" alt="" /></span></p>
<p style="text-align: justify;">Corte a costelinha em pedaços e tempere com sal, o alho e a pimenta-do-reino.  Em uma panela grande coloque o óleo e frite bem a costelinha. Escorra um pouco  do óleo e coloque as cebolas, os tomates picado, a água e os pequis. Tampe a  panela e deixe cozinhar por 15 a 20 minutos. Desligue e salpique cheiro verde a  gosto.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong><em><span style="font-size: xx-small;">Fonte: </span></em></strong><a title="Sabor na Mesa" href="http://www.sabornamesa.com.br/" target="_blank"><span style="font-size: xx-small;">Sabor na  Mesa</span></a></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Eles estão a Salvo!</title>
		<link>http://guiadematogrosso.com.br/cultura/eles-estao-a-salvo</link>
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		<pubDate>Mon, 30 Jun 2008 01:30:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jeferson</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Índios]]></category>

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		<description><![CDATA[Há menos de quarenta anos achava-se que os índios brasileiros iam acabar. Hoje a população indígena cresce mais que a média nacional. INFÂNCIA PROTEGIDA Crianças da aldeia Nazaré, em São Gabriel da Cachoeira, no Amazonas: reservas cresceram 85% No Brasil de hoje, todo dia é dia de índio. A população indígena, que chegou a apenas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Há menos de quarenta anos achava-se que os índios brasileiros iam acabar.  Hoje a população indígena cresce mais que a média nacional.</em></p>
<p style="text-align: justify;">INFÂNCIA PROTEGIDA</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Crianças da aldeia Nazaré, em São Gabriel da Cachoeira, no Amazonas:  reservas cresce</strong><strong>ram 85%<img title="Mais..." src="../wp-includes/js/tinymce/plugins/wordpress/img/trans.gif" alt="" /></strong></p>
<p style="text-align: justify;">No Brasil de hoje, todo dia é dia de índio. A população indígena, que chegou  a apenas 100 000 pessoas algumas décadas atrás, voltou a crescer numa média de  3,5% ao ano, índice superior ao crescimento populacional do restante do país. Os  números derrubaram algumas previsões de nomes conceituados, como o antropólogo  Darcy Ribeiro, que nos anos 60 alertava para o declínio da curva demográfica  desses povos.<span id="more-58"></span> <img title="Mais..." src="../wp-includes/js/tinymce/plugins/wordpress/img/trans.gif" alt="" />O  último censo, feito há dois anos, aponta que existem 358 000 indivíduos de 215  etnias em 588 áreas indígenas identificadas, que representam quase 12% do  território nacional. Dois terços desse total estão devidamente delimitados e  regularizados. O grande crescimento das áreas indígenas no Brasil ocorreu a  partir de 1988, quando, pela nova Constituição, o governo ficou obrigado a  demarcar as áreas desses povos. Elas somavam 212 na época e chegaram a 391 em  2002, num aumento de quase 85% em menos de quinze anos. Outra evolução foi a  parceria com organizações não-governamentais e com os próprios índios que se  organizaram em associações para administrar as reservas.</p>
<p style="text-align: justify;">VIZINHANÇA INCÔMODA</p>
<p style="text-align: justify;">Uma das principais queixas dos ianomâmis são os abusos dos colonos que se  instalam nos limites das reservas em Roraima</p>
<p style="text-align: justify;">O Instituto Socioambiental (ISA) é uma das mais atuantes ONGs na questão  indígena. Em parceria com os índios, forma professores, orienta e assessora  líderes indígenas e desenvolve projetos no manejo de regiões com dezenas de  etnias, como o Alto Rio Negro, na Amazônia, e o Parque do Xingu. Também oferece  advogados para auxiliar nas questões legais que envolvem demarcação de terras.  Na área de saúde, a Faculdade de Medicina da Universidade Federal de São Paulo  (Unifesp) tem um programa em parceria com o Ministério da Saúde de formação de  agentes entre os nativos. No ano passado, a instituição diplomou a primeira  turma de auxiliares de enfermagem composta apenas de índios do Parque do Xingu.  É uma forma de transferir para as próprias tribos parte da responsabilidade  pelas condições sanitárias em que vivem.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Números:</strong></p>
<p style="text-align: justify;">12% do território nacional pertence a tribos indígenas.<br />
358.000 Índios de  215 etnias vivem em 588 reservas</p>
<p style="text-align: justify;">Nem todos os índios vivem bem. Enquanto a maioria dos povos da região  amazônica tem o privilégio de habitar grandes áreas demarcadas, os guaranis de  Mato Grosso do Sul estão confinados em espaços muito reduzidos. O problema se  tornou um escândalo há alguns anos, quando índios guaranis caiovás começaram a  cometer suicídio. Em vários pontos do país, o contato entre índios e civilização  provoca embates em torno de invasão de territórios indígenas e mesmo abusos na  exploração comercial de reservas florestais, como a venda de mogno pelos índios.  Outra questão que vai render muita discussão é a sobreposição de terras  indígenas e áreas de proteção ambiental. Regiões antes protegidas passaram a  abrigar reservas dos índios. &#8220;Lugar que deve ser conservado não pode ter gente  morando&#8221;, destaca a coordenadora-geral de biodiversidade do ISA, Nurit Bensusan.  &#8220;Vai ser preciso muito diálogo para resolver essa questão.&#8221;</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Ameaças a ser vencidas:</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Nem todos os índios brasileiros conseguem ter uma qualidade de vida parecida  com a dos que vivem nas reservas mais recentes da Amazônia. As estatísticas  feitas por ONGs e órgãos do governo mostram que doze etnias ainda correm risco  de sumir. Muitas enfrentam dificuldades, como reservas com áreas exíguas ou  fragmentadas, a exemplo dos guaranis.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong><em><span style="font-size: xx-small;">Por: Marcelo Ventura<br />
Fonte: </span></em></strong><a href="http://www.achetudoeregiao.com.br/"><em><span style="font-size: xx-small;">Ache tudo e Região</span></em></a><br />
<strong><em><span style="font-size: xx-small;">Imagem: </span></em></strong><a title="Sergio Delmonico" href="http://www.panoramio.com/user/297088" target="_blank"><em><span style="font-size: xx-small;">Sergio Delmonico</span></em></a></p>
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		<title>Festa do Senhor Divino</title>
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		<pubDate>Sat, 28 Jun 2008 00:30:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jeferson</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[MT]]></category>
		<category><![CDATA[Senhor Divino]]></category>

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		<description><![CDATA[Celebrado em diversos municípios de Mato Grosso, a Festa do Divino é representada pela Pomba, símbolo da paz, que figura em grandes bandeiras de cetim vermelho e branco. Os festeiros, responsáveis pela festa, geralmente são escolhidos num concorrido sorteio solene. Cada festeiro assume uma insígnia sagrada, que carrega durante toda a esmola e procissão: a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Celebrado em diversos municípios de Mato Grosso, a Festa do Divino é  representada pela Pomba, símbolo da paz, que figura em grandes bandeiras de  cetim vermelho e branco.</p>
<p style="text-align: justify;">Os festeiros, responsáveis pela festa, geralmente são escolhidos num  concorrido sorteio solene. Cada festeiro assume uma insígnia sagrada, que  carrega durante toda a esmola e procissão: a coroa é levada pelo Imperador, o  centro, pela Imperatriz, a bandeira rica pelo Alferes da Bandeira e a bandeira  pobre pelo Capitão do Mastro.<img title="Mais..." src="../wp-includes/js/tinymce/plugins/wordpress/img/trans.gif" alt="" /><span id="more-56"></span></p>
<p style="text-align: justify;">O principal elemento desse ritual é o mestre, que guarda detalhado  conhecimento das práticas rituais, aptidão para música e capacidade de  liderança. O seu mandato é vitalício. Quando há a presença dos &#8220;foliõezinhos&#8221;, é  também o mestre o responsável pela escolha e treino dos meninos, que entoarão os  cantos sagrados durante a esmola e a festa propriamente dita.</p>
<p style="text-align: justify;">Os músicos ou tocadores são, com freqüência, em número de três: o mestre,  tocando a viola, o contra-mestre, que é o tocador de sanfona e um &#8220;bumbeiro&#8221;,  que toca a caixa. A Festa do Divino, no seu dia, é comemorada com toque de sino,  fogos de artifícios e muitos cantos e músicas, realizados pelos músicos e  foliões.</p>
<p style="text-align: justify;"><em><strong><span style="font-size: xx-small;">Fonte: </span></strong></em><a title="Ache Tudo e Região" href="http://www.achetudoeregiao.com.br/" target="_blank"><em><span style="font-size: xx-small;">Ache Tudo e  Região</span></em></a><br />
<em><strong><span style="font-size: xx-small;">Imagem: </span></strong></em><a title="henriquecaetano" href="http://www.panoramio.com/user/1120643" target="_blank"><em><span style="font-size: xx-small;">henriquecaetano</span></em></a></p>
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		<title>Maria Isabel</title>
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		<pubDate>Mon, 16 Jun 2008 02:37:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jeferson</dc:creator>
				<category><![CDATA[Culinária]]></category>
		<category><![CDATA[Maria Isabel]]></category>
		<category><![CDATA[MT]]></category>

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		<description><![CDATA[Foi através do gaúchos que o arroz-de-carreteiro foi introduzido no Centro-Oeste e rebatizado e aclimatado para Arroz Maria Isabel. Ingredientes: 1 kg de arroz escolhido e lavado ½ kg de coxão mole em pedaços 2 dentes de alho Pimenta-do-reino e sal a gosto 1 cebola média picada Óleo e água o suficiente Salsa e cebolinha [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Foi através do gaúchos que o arroz-de-carreteiro foi introduzido no  Centro-Oeste e rebatizado e aclimatado para Arroz Maria Isabel.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="text-decoration: underline;">Ingredientes:</span></p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>1 kg de arroz escolhido e lavado</li>
<li>½ kg de coxão mole em pedaços</li>
<li>2 dentes de alho</li>
<li>Pimenta-do-reino e sal a gosto</li>
<li>1 cebola média picada</li>
<li>Óleo e água o suficiente</li>
<li>Salsa e cebolinha picada<span id="more-40"></span></li>
</ul>
<p style="text-align: justify;"><span style="text-decoration: underline;">Preparo:</span></p>
<p style="text-align: justify;">Corte a carne em cubinhos bem pequenos e tempere com sal, pimenta e alho.  Frite a cebola no óleo até dourar. Coloque a carne e frite.</p>
<p style="text-align: justify;">Em seguida, coloque o arroz e refogue por 10 minutos mexendo sempre. Coloque  a água suficiente e cozinhe. Salpique salsa e cebolinha. Sirva como prato  principal.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="font-size: xx-small;"><em>Fonte: </em></span></strong><a title="Sabores de Mato Grosso" href="http://www.saboresdematogrosso.com.br/" target="_blank"><span style="font-size: xx-small;"><em>Sabores de Mato Grosso</em></span></a></p>
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		<title>Pacu assado</title>
		<link>http://guiadematogrosso.com.br/cultura/culinaria/pacu-assado</link>
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		<pubDate>Sun, 15 Jun 2008 19:55:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jeferson</dc:creator>
				<category><![CDATA[Culinária]]></category>
		<category><![CDATA[MT]]></category>
		<category><![CDATA[Pacu assado]]></category>

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		<description><![CDATA[Aprenda a fazer um delicioso Pacu assado com dois recheios. Ingredientes: 1 pacu ou tambacu de 2 kg limpo Suco de 2 limões Sal e pimenta-do-reino a gosto Recheio 1 1 maço de couve picada bem fininha 1 cebola pequena 1 colher (chá) de manteiga Sal e pimenta Farinha de mandioca Derreta a manteiga e frite [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Aprenda a fazer um delicioso Pacu assado com dois recheios.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="text-decoration: underline;">Ingredientes:</span></p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>1 pacu ou tambacu de 2 kg limpo</li>
<li>Suco de 2 limões</li>
<li>Sal e pimenta-do-reino a gosto</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;"><span style="text-decoration: underline;">Recheio 1</span></p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>1 maço de couve picada bem fininha</li>
<li>1 cebola pequena</li>
<li>1 colher (chá) de manteiga</li>
<li>Sal e pimenta</li>
<li>Farinha de mandioca<img title="Mais..." src="../wp-includes/js/tinymce/plugins/wordpress/img/trans.gif" alt="" /><span id="more-38"></span></li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">Derreta a manteiga e frite a cebola. Refogue a couve e acrescente a farinha  de mandioca. Tempere com sal e pimenta.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="text-decoration: underline;">Recheio 2</span></p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>1 cebola média cortada em cubo</li>
<li>2 tomates grandes cortada em cubo</li>
<li>Coentro e cebolinha a gosto</li>
<li>Sal a gosto</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">Misture todos os ingredientes e tempere com sal a gosto. Reserve.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Modo de preparo passo a passo</strong></p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Com uma faca afiada, corte as barbatanas ventrais e elimine-as.</li>
<li>Dê um corte no sentido transversal, próximo a cabeça até chegar a espinha  dorsal.<em> (cuidado para não cortar a espinha)</em></li>
<li>Com a ponta da faca, corte o lombo do peixe junta a espinha dorsal até  chegar a costela.</li>
<li>Passe a ponta da faca por cima da costela tirando a carne, até dobrar toda a  manta do peixe.</li>
<li>Com a ponta do dedo, procure achar as camadas de espinhas  <em>(aproximadamente 1 dedo abaixo do lombo)</em></li>
<li>Após localizar as camadas de espinha, com a ponta da faca faça um corte e  após, puxe-as com as mãos.</li>
<li>Deixe o peixe no marinado por 30 minutos.</li>
<li><strong>Recheio 1:</strong> Recheie o meio do peixe com a farofa de  couve.</li>
<li><strong>Recheio 2:</strong> Recheie a parte que você abriu para tirar as  espinhas com a mistura de cebolinha, tomate e cheiro-verde.</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">Assar: Embrulhe o peixe com papel laminado. Asse na grelha por 10 minutos de  cada lado. Retire o laminado e deixe dourar.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong><em><span style="font-size: xx-small;">Fonte: </span></em></strong><a title="Sabores de Mato Grosso" href="http://www.saboresdematogrosso.com.br/" target="_blank"><span style="font-size: xx-small;">Sabores  de Mato Grosso</span></a></p>
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		<title>Arroz com Pequi</title>
		<link>http://guiadematogrosso.com.br/cultura/culinaria/arroz-com-pequi</link>
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		<pubDate>Sun, 15 Jun 2008 18:55:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jeferson</dc:creator>
				<category><![CDATA[Culinária]]></category>
		<category><![CDATA[Arroz com pequi]]></category>
		<category><![CDATA[MT]]></category>

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		<description><![CDATA[O ar da região e das cozinhas do Cerrado recende ao perfume do pequi. Prepare está receita típica de arroz com pequi. Ingredientes: 2 xícaras (chá) de arroz 12 pequis médios 3 colheres (sopa) de óleo Sal a gosto 4 dentes de alho amassados Cebolinha picada 1 pimentão cortado em tiras Preparo: Em uma panela [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O ar da região e das cozinhas do Cerrado recende ao perfume do pequi.</p>
<p style="text-align: justify;">Prepare está receita típica de arroz com pequi.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="text-decoration: underline;">Ingredientes:</span></p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>2 xícaras (chá) de arroz</li>
<li>12 pequis médios</li>
<li>3 colheres (sopa) de óleo</li>
<li>Sal a gosto</li>
<li>4 dentes de alho amassados</li>
<li>Cebolinha picada</li>
<li>1 pimentão cortado em tiras<span id="more-37"></span></li>
</ul>
<p style="text-align: justify;"><span style="text-decoration: underline;">Preparo:</span></p>
<p style="text-align: justify;">Em uma panela coloque o pequi, cubra de água e deixe cozinhar por 15 minutos.  Desligue e reserve o pequi e a água separadamente. Em uma panela de pedra  coloque o óleo e o alho e frite o arroz. Após fritar coloque o pequi e despeje  água do cozimento até cobri o arroz. Quando o arroz estiver secando, coloque  cebolinha e o pimentão. Sirva com salada verde.</p>
<p style="text-align: justify;">Tempo de preparo: 40 minutos<br />
3 porções</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><strong><em><span style="font-size: xx-small;">Fonte: </span></em></strong><a title="Sabores de Mato Grosso" href="http://www.saboresdematogrosso.com.br/" target="_blank"><strong><em><span style="font-size: xx-small;">Sabores de Mato  Grosso</span></em></strong></a></p>
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		<title>Gastronomia diversificada!</title>
		<link>http://guiadematogrosso.com.br/cultura/culinaria/gastronomia-diversificada</link>
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		<pubDate>Fri, 13 Jun 2008 19:08:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jeferson</dc:creator>
				<category><![CDATA[Culinária]]></category>
		<category><![CDATA[Gastronomia]]></category>
		<category><![CDATA[MT]]></category>

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		<description><![CDATA[O peixe é fresco, fisgado antes do amanhecer. A canoa encosta ao barranco e começa o ritual. Sobre o fogão, à panela de ferro fundido vão alho, cebola, tomate, pimenta malagueta e pimentão. Por último, as costelas ou, tradicionalmente, as “ventrechas” do pacu. Farinha para engrossar. Servido na cumbuca de barro, o caldo de pacu [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O peixe é fresco, fisgado antes do amanhecer. A canoa encosta ao barranco e  começa o ritual. Sobre o fogão, à panela de ferro fundido vão alho, cebola,  tomate, pimenta malagueta e pimentão.</p>
<p style="text-align: justify;">Por último, as costelas ou, tradicionalmente, as “ventrechas” do pacu.  Farinha para engrossar. Servido na cumbuca de barro, o caldo de pacu sacia a  fome, fortalece o ribeirinho para a lida no rio e tem efeitos milagrosos&#8230;<span id="more-36"></span></p>
<p style="text-align: justify;">Destaque para a mojica de pintado, preparada com filés (de pintado ou caxara)  e mandioca em cubos. O pacu pode ser frito, ensopado, assado na folha de  bananeira ou direto na brasa. O caldo é considerado de alto potencial  afrodisíaco. Diz a sabedoria popular local que a cabeça “enfeitiça” os  visitantes e não os deixa seguir viagem. Imperdíveis são também o caldo de  piranha e o escaldado cuiabano.</p>
<p style="text-align: justify;">Além da deliciosa Maria Izabel, acompanha os pratos à base de peixe, a farofa  de banana &#8211; preparada com farinha torrada e banana-da-terra bem madura. Verde, a  banana também pode ser cozida com carne. Doces e licores provêm dos frutos do  Cerrado. O furrundu &#8211; à base de mamão, rapadura, cravo e gengibre, e o licor de  pequi são iguarias. O bolo de arroz e de queijo, o francisquito e o pixé, feito  com farinha de milho torrada e moída, enriquecem a lista das delícias cuiabanas.  A gastronomia na capital tem representações ainda da culinária nacional e  internacional, permitindo aos paladares mais exigentes, viagens inesquecíveis  pelos sabores do Brasil e países dos cinco continentes.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p><em><strong><span style="font-size: xx-small;">Fonte: </span><a href="http://www.sedtur.mt.gov.br/"><span style="font-size: xx-small;">Secretaria de Turismo de Mato Grosso</span></a><br />
<span style="font-size: xx-small;">Imagem: </span><a title="Glauciana Nunes" href="http://glauciananunes.wordpress.com/" target="_blank"><span style="font-size: xx-small;">Glauciana Nunes</span></a></strong></em></p>
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